A gente reaparece, pela terceira vez, e sabe que sobrevive porque somos tecidos em uma rede. São vários coletivos, várias gentes, várias áreas e a vontade comum de enfrentar a violência contra a mulher e contra a juventude. Nossa pauta é a violência. Nossa luta é pela vida.
Este ano o Colóquio acontece durante os 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres. Começamos dia 25 de novembro e vamos até 10 de dezembro. Neste último dia, comemora-se o dia internacional dos direitos humanos. Por isso, chamamos a atenção para nossa juventude, negra, indígena, pobre, que enfrenta criminalização e injustiça social.
Nossa programação é coletiva; está para a ocupação estudantil e para a greve geral; é constuída com associações, fóruns e coletivos. Nós pertencemos à universidade e à cidade. O projeto foi acolhido pelos tambores de terreiro e oferecemos luz!
Organização
Sankofa, nas culturais; Encrespa Geral, no Congós; Ciranda Materna na maternidade, na mesa sobre violência obstétrica e aborto; Professoras, professores, profissionais, nas ocupações, nos minicursos, nas oficinas, nas aulas públicas, nas conversas, nas palestras, na organização; amigas lésbicas, trans, mapôs, vadias, prostitutas, pretas, netas de bruxas; mulheres do movimento, do fluxo, da fruição. Todxs pelo cuidado de si, do corpo e da vida.

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